segunda-feira, novembro 30, 2009

O melhor riff de todos os tempos

O riff de guitarra da música Voodoo Child (Slight Return), um clássico de Jimi Hendrix, foi eleito o melhor de todos os tempos por uma votação do site Music Radar. A música faz parte do álbum Electric Ladyland, de 1968, e recebeu 14% dos votos.

Na eleição dos 50 melhores riffs de todos os tempos, destacam-se:


1. "Voodoo child", Jimi Hendrix
2. "Sweet child o' mine", Guns N' Roses

3. "Whole lotta love", Led Zeppelin

4. "Smoke on the water", Deep Purple

5. "Layla", Derek and the Dominos

6. "Back in black", AC/DC

7. "Enter sandman", Metallica
8. "Day tripper", The Beatles

9. "Smells like Teen Spirit", Nirvana

10. "(I can't get no) satisfaction", The Rolling Stones


11. "Paranoid", Black Sabbath

12. "Plug in baby", Muse

13. "Ain't talkin' 'bout love", Van Halen

14. "You really got me", The Kinks

15. "Seven nation army", The White Stripes

16. "Highway to hell", AC/DC
17. "Heartbreaker", Led Zeppelin
18. "Iron man", Black Sabbath

19. "Black dog", Led Zeppelin

20. "Beat it", Michael Jackson


21. "Paperback writer", The Beatles
22. "Purple haze", Jimi Hendrix
23. "Whole lotta Rosie", AC/DC

24. "Johnny B Goode", Chuck Berry

25. "Sad but true", Metallica




Com todo respeito ao Jimi, não tenho dúvidas de que Johnny B Goode é o melhor riff de todos os tempos. Alguém mais discorda do resultado?


Thiago Mattos.

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sábado, setembro 26, 2009

40 anos de Abbey Road



Há 40 anos, os Beatles escreviam mais uma obra-prima na história. Abbey Road foi o último disco gravado - mas não o último lançado - pela banda. Selava o fim e a genialidade daqueles caras juntos. Cada faixa é irretocável; nada a tirar nem pôr.

E no fim do álbum, a última canção chamada "The End" trazia uma das mensagens mais belas de todos os tempos:

"And in the end the love you take
Is equal to the love you make"

Thiago Mattos.

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quinta-feira, setembro 03, 2009

Quem é Sungha Jung?

Alguém por aí já ouviu falar do Sungha?

Não é piada, não! Sungha Jung é um menino sul-coreano de 13 anos que vem fazendo o maior sucesso na internet, tocando no violão covers indefectíveis de vários sucessos da música popular.

Uma rápida busca no You Tube mostra mais de 1000 vídeos do menino prodígio - alguns com mais de um milhão de visualizações.

É de fazer inveja a muitos marmanjos.


Entre os seus maiores sucessos, estão as versões de Billie Jean, Come Together e a música tema do filme Missão Impossível.

Sungha, que dedica uma boa parte dos vídeos aos Beatles, já recebeu até as congratulações de Yoko Ono por sua versão de All You Need Is Love.


Em sua página pessoal, ele diz que aprendeu assistindo seu pai tocar e que tira as músicas de ouvido. Além de compor, Sungha já é um violonista profissional e seu estilo de tocar dedilhado impressiona não apenas por sua idade, mas pela perfeita execução.

Para você que toca: depois de assistí-lo, pense bem antes de dizer "eu sei tocar violão". Vai ter que correr atrás, amigo! É ver para crer.

Thiago Mattos.






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segunda-feira, agosto 24, 2009

Os dez maiores guitarristas do mundo

A revista Time elegeu os dez melhores guitarristas do mundo.
Alguma dúvida de que Jimi Hendrix ficaria com a primeira posição?

"Ninguém combinou o blues, o rock e a psicodelia com tanta facilidade nem empunhou uma guitarra com tanto carisma", diz a revista.
Slash ficou com o segundo lugar: "Um guitarrista preciso que teve que aturar com mais merda dos vocalistas quanto nenhum outro na lista".

Em seguida, aparece B.B. King com sua guitarra Lucille; Keith Richards, o criador dos riffs mais memoráveis; e, fluente em todos os estilos do blues, Eric Clapton fica em quinto lugar.

Jimmy Page, Chuck Berry, Les Paul, Yngwie Malmsteen, Prince e Johnny Ramone ocupam as demais posições.

Alguém discorda?

Thiago Mattos.

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sábado, agosto 15, 2009

40 anos de Woodstock



Para relembrar os 40 anos de Woodstock, senhoras e senhores,
com vocês... Joe Cocker!!!

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segunda-feira, julho 13, 2009

Dia do Rock

Para comemorar o aniversário do Rock'n'roll, vale a pena dar uma olhada neste post do blog Ribimbóca da Parafuseta. Como já dizia Mick Jagger, it's only rock'n'roll but I like it!

Thiago Mattos.

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terça-feira, abril 14, 2009

As novas paredes de Phil Spector

Na última Segunda-feira (13), o produtor e compositor Phil Spector, 69, foi condenado em Los Angeles pelo assassinato da ex-atriz Lana Clarkson, 40. O crime, ocorrido há mais de 6 anos atrás em sua casa, pode levá-lo a 18 anos de prisão.

Conhecido no mundo da música por sua engenhosa técnica de gravação chamada de "Wall of Sound" ("parede de som", em inglês), Phil Spector começou a trabalhar nos anos 60, gravando e produzindo artistas como John Lennon (no álbum "Rock'n'roll"), George Harrison ("All Things Must Pass"), Ramones ("End Of A Century") e Beatles ("Let It Be"), entre outros.

Também compôs clássicos como "You've Lost That Lovin' Feeling" (gravado por The Righteous Brothers), "Deep River - Mountain High" (Ike e Tina Turner) e "Be My Baby" (The Ronettes) - foi casado com Ronnie Ronette, a cantora principal do grupo.

Phil Spector já era famoso por seus métodos não-convencionais de gravação. A lenda de que ele sempre portava uma arma em estúdio para amedrontar os músicos que errassem, foi confirmada na página 125 da auto-biografia recém-lançada por Eric Clapton:

"Trabalhar com Spector foi uma experiência e tanto. Eu o achava um cara realmente doce, talvez um pouco excêntrico, mas o rumor era de que ele carregava uma arma, então eu estava um pouco desconfiado."

Um julgamento anterior em 2007 já havia sido anulado por falta de unanimidade do júri. Desta vez, as cinco mulheres que testemunharam, acusaram Spector de já ter lhes apontado uma arma antes, o que foi determinante para sua condenação. Contudo, a defesa do produtor ainda pretende recorrer do veredicto.

Nota de curiosidade: Phil Spector usava no terno um bottom mostrando seu apoio ao Presidente Obama, que dizia: "Barack Obama Rocks!" (algo como "Barack Obama é demais!"). Ao que tudo indica, Phil Spector deve mesmo conhecer agora as paredes de concreto.

Thiago Mattos.

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segunda-feira, julho 14, 2008

It's only rock'n'roll but I like it!

Estamos no mês do Rock e, com o perdão do atraso no dia de seu aniversário (13 de Julho), vamos celebrar! Não vou entrar numa análise sociológica sobre o tema, nem nada. Vou apenas enumerar aqui uns discos que simplesmente não consigo deixar de escutar e recomendo! Aí vão as pérolas:

THE GREAT TWENTY-EIGHT, Chuck Berry
(Missouri, USA)

PLEASE PLEASE PLEASE, James Brown

(South Carolina, USA)

BLUES, Jimi Hendrix
(Washington, USA)

HITS, Joni Mitchell

(Alberta, CAN)
LED ZEPPELIN, Led Zeppelin
(West Bromwich, ENG)

THE BEST OF, Little Richard
(Georgia, USA)

MUDDY "MISSISSIPPI" WATERS LIVE, Muddy Waters
(Mississippi, USA)

LIVE AT MASSEY HALL, Neil Young
(Ontario, CAN)

THIS IS THE BLUES, Otis Spann
(Mississippi, USA)

RAMONES, Ramones
(New York, USA)
SMILEY SMILE, The Beach Boys
(California, USA)

WHITE ALBUM, The Beatles
(Liverpool, ENG)
THE QUEEN IS DEAD, The Smiths
(Manchester, ENG)
THE SLIDER, T-Rex
(London, ENG)
EXILE ON MAIN STREET, The Rolling Stones
(Kent, ENG)
Agora é só curtir e não esquece: aumenta que isso aí é rock'n'roll!!!

Thiago Mattos.

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sexta-feira, julho 11, 2008

Um pouco de música

Vamos falar um pouco de música.

De acordo com o tablóide inglês The Sun, a cantora Amy Winehouse é a artista mais bem sucedida do ano. Como o álbum que veio para entrar na história da música, Back to Black teve 3,67 milhões de cópias vendidas no mundo nos últimos seis meses, o que daria um total de quase 10 milhões de discos desde seu lançamento em 2006.

Entre outros artistas britânicos da lista está também o Coldplay (que já vendeu 2,6 milhões de cópias de Viva La Vida, seu novo disco lançado há um mês), mas não há porque falarmos de tristeza e melancolia numa hora dessas.

Agora um pouco... The Beatles!

Absorvido pela leitura ininterrupta de "Imagine - crescendo com meu irmão John Lennon" de Julian Baird (meia-irmã do cantor), me deparo com a seguinte notícia: o famoso bumbo da bateria usado no álbum Sgt. Pepper's foi comprado anonimamente num leilão da Christie's por £541,250 (quase R$2 milhões), três vezes mais que o valor estimado inicialmente.

Outros itens vendidos: manuscrito da letra de Give Peace a Chance feita por John Lennon (US$ 832 mil), um par de óculos usado por Lennon na capa de Mind Games (US$ 79 mil), gravações de Jimi Hendrix no festival de Woburn em 1968 (US$ 95 mil), um amplificador Marshall usado por ele (US$ 50 mil), uma Gibson usada por Pete Townshend (US$ 64 mil). Tanta coisa vendida a preços incompreensíveis que é melhor deixar pra lá.

Aliás, quem disse que a música não dá dinheiro?

Thiago Mattos.

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segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Yes! Yes! Yes! Yes! Yes!

Amy Winehouse vem fazendo história de novo - desta vez uma das boas.

A cantora britânica ganhou cinco das seis categorias do Grammy nas quais havia sido indicada - Gravação do Ano, Canção do Ano, Melhor Artista Revelação, Melhor Interpretação Vocal Feminina Pop e Melhor Álbum Pop
perdendo apenas na categoria Álbum do Ano para a lenda viva do jazz, Herbie Hancock.

Mesmo tendo problemas com seu visto de entrada nos EUA (“uso e abuso de narcóticos”, segundo uma fonte da embaixada americana na capital inglesa), Winehouse arrasou via satélite com uma apresentação de primeira de alguns dos seus hits e dedicou os prêmios especialmente à sua querida Londres.

Já que seu talento ficou mais que provado e aprovado, fica agora a torcida para que outras boas histórias venham da cantora que sempre dá no que falar. Parabéns, Amy!

Thiago Mattos.

A surpresa da vitória


A diva do Grammy ao vivo

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quarta-feira, outubro 10, 2007

Boas idéias

Genial! Não há melhor palavra para definir a louvável iniciativa da banda inglesa Radiohead, que a partir de hoje disponibiliza para download seu novo álbum In Rainbows pela quantia de £quanto-você-quiser-pagar. Isso mesmo, quanto você quiser!

A sacada da banda deixou de cabelo em pé os executivos da indústria musical, até porque iniciativas como esta já haviam sido tomadas por outras bandas como The Charlatans, e ao que tudo indica será mesmo o destino de outras tantas, como Oasis e Jamiroquai.

A empreitada aventureira não tem nada de ingênua e tem tudo para dar certo. Ao que tudo indica, o Radiohead faturará ainda mais do que se ainda estivesse atrelado às garras gananciosas de uma grande gravadora – somente a pré-publicidade em torno do lançamento já foi capaz de lhes gerar uma pequena fortuna.

Eu mesmo já comprei meu álbum, não tanto pela música (que poderia conseguir de graça numa questão de horas), mas principalmente pela oportunidade de participar e aplaudir esta iniciativa histórica.

Quem acompanha os rumos da indústria musical sabe que não dá mais para jogar o mesmo jogo com as regras antigas. O mundo está mudando e a indústria também precisa mudar, ou não sobreviverá – a constante queda na venda de CDs não deixa dúvidas.

Pôr a culpa na pirataria então, nem se fala. Não dá mais para engolir essa hipocrisia. Quando não existia Internet já podíamos gravar nossas músicas preferidas em fitas cassetes, seja de um LP emprestado ou diretamente da rádio, e isso não era considerado pirataria nenhuma. O que acontece hoje é a mesma coisa, só que numa escala infinitamente maior e com uma qualidade extremamente superior.

Ter a possibilidade de acessar a uma nova informação, descobrir uma banda de um lugar que nunca se poderia imaginar que existe, tudo isso sem sair de casa é ou não é o máximo? Por que não abraçar isso?

Quem escreve isso é uma pessoa que ama música, respira música, faz música e musica música. Também quando tiver minhas músicas gravadas vou permitir que façam cópias, que a divulguem, que a espalhem como um vírus, porque sei que isso, apesar de não ser do interesse das grandes gravadoras, é bom para o artista. Há mais coisas envolvidas neste jogo; principalmente quando há uma corporação que morde boa parte da quantia que o artista deveria receber.

Quem compra uma música não compra o som, nem o material físico; mais que isso, compra uma idéia. E a idéia não fica velha, não desbota nem arranha. A idéia não tem preço: está por toda a obra e é indivisível, ou você compra aquela idéia ou não – e muitas vezes as idéias não cobram nada por isso.

Boas idéias, é disso o que precisamos.

Thiago Mattos.

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domingo, agosto 12, 2007

Yes! Yes! Yes!

Ela tem talento, um penteado ousado, uma voz maravilhosa e muitos problemas. Amy Winehouse vem ganhando destaque por conta de seu novo álbum, Back to Black, e também por seu estilo de vida que parece seguir direitinho a cartilha suicida do rock’n’roll.

A cantora inglesa, que vez por outra está nos tablóides, mais uma vez foi notícia. Após passar três dias misturando vodka, whiskey, ecstasy e remédio para cavalos, Amy foi parar num hospital em Londres na última quarta-feira, após suspeita de overdose. Mas, ao que tudo parece, ainda teima em ir ao Rehab (clínica de reabilitação) e se tratar.

Apesar do seu estilo de vida perigoso e problemático, que a inclina a uma postura rebelde e blasée diante do mundo – seja quando manda Bono Vox calar a boca, dá declarações polêmicas sobre suas condições de saúde, ou sai correndo de um palco para vomitar – o que mais impressiona nessa jovem de 23 anos é, sem dúvida alguma, sua música.

Amy Winehouse conseguiu de maneira espontânea misturar suas influências de hip hop, R&B, soul e jazz com letras desesperadas, que falam de amor, traição, drogas e sofrimento. Tudo de um modo incrivelmente natural e sincero. Quem a vê, se encanta. Quem a ouve, se apaixona.

Mas Amy está seriamente ameaçada por seus problemas com as drogas, que a levam toda hora ao seu limite. Na letra de sua música mais famosa, Rehab, ela expõe justamente sua teimosia em não ir para a clínica se tratar – No! No! No! – insiste o refrão que evidencia um dos grandes temas da sua vida.

Seu comportamento maníaco-depressivo a impede de tomar medicamentos e se tratar. Seu futuro parece estar mais curto. Mas Amy parece não se importar muito com nada. O que, realmente, é uma droga!

De nossa parte, fãs da boa música e dos bons artistas, o que podemos fazer é mostrar o quanto nos importamos. Quanta falta nos faz um Kurt Cobain ou um John Bonham, que morreram por causa da mistura indigesta entre drogas e depressão. Devemos aprender por esses péssimos exemplos.

Para ser mais exato, para uma menina judia tão charmosa e brilhante, não vale a pena viver e morrer como Billie Holiday. Não precisamos disso. Vamos aproveitar e mudar a letra – Yes! Yes! Yes!

Thiago Mattos.

English version

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Amy Winehouse

A seguir, dois vídeos da cantora inglesa mais cool do momento. Vale a pena conhecer e se encantar (para assistir, pause a Rádio Sangue Bom):

Amy Winehouse - Rehab


Amy Winehouse - You know I'm no good

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quarta-feira, junho 06, 2007

"Hang The DJ"

Enquanto rádios piratas são fechadas pelo Brasil afora e universidades tentam dar voz a quem não tem, inaugurei recentemente por aqui a Rádio Sangue Bom – acionada automaticamente a quem acessa o blog.

Todo mundo já sabe que se ligar numa FM durante uma semana inteira no mesmo horário, ouvirá sempre a mesma coisa. Nenhuma rádio é sangue bom com a gente,
querem nos convencer (e muitas vezes o conseguem por osmose) de que devemos consumir aquela música. As barreiras impostas pelas rádios convencionais bloqueiam a informação, restringindo e interferindo no gosto musical dos seres humanos.


A posição passiva dos ouvintes - camuflada pelo mito das "mais pedidas" - não poderia durar muito tempo. A maravilha da Internet tornou possível a interatividade e nosso papel ativo na construção de nossas realidades: podemos ter acesso a coisas novas (ainda que de um século atrás) e trocar informações até então inacessíveis.

Numa tentativa de divulgar o que escuto por aí, mas nunca nenhum de nós ouviria numa rádio comum, surge a Rádio Sangue Bom. Com atualizações mensais, tocarei todos os estilos que me fizerem a cabeça, aceitando sugestões e pedindo opiniões.

No programa do mês de Junho, ouviremos clássicos consagrados como Hendrix, novidades como a francesinha apaixonante Olivia Ruiz, e covers como a releitura de Dylan feita pelo nigeriano Keziah Jones.

Espero que gostem, votem na que mais lhe tocarem e participem na formulação da programação. Assim vou pegando também o gosto de quem lê o blog e juntos podemos fazer a nossa rádio. É ou não é, sangue bom?

Thiago Mattos.

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