Eu, você e o mundo

E é isso mesmo! Não podemos mais esperar que Sibás, Cafeteiras, Rorizes e Renans, ou seja lá quem for, resolvam os nossos problemas. Corrupção? Aquecimento global? O mundo em guerra? Façamos algo a respeito. Está mais do que na hora de botarmos a mão na massa, de tomarmos as rédeas de nosso próprio destino, de atuarmos ativamente em nossa realidade para melhorá-la.
E o que seria botar a mão na massa, meu caro Watson? Como poderíamos influenciar em nosso mundo, já que nos sentimos tão zonzos e pequenos, tão impotentes e sozinhos? Se percebemos que nosso povo mal pode se preocupar com tais questões, pois toda sua energia está voltada para a busca pela sobrevivência, para o pão de cada dia ganhado às custas da morte diária de um leão. O que fazer para mudar?
Bem, não terei a arrogância de querer responder sozinho a essa pergunta que é coletiva, pois do contrário não teria sentido. Peço a cada um de vocês, meus poucos porém fiéis leitores, que me ajudem a pensar, que respondam comigo.
De minha parte, deixo aqui uma sugestão: o singelo fato de estarmos sedentos pelo aprendizado, sua própria busca já nos aponta caminhos. Precisamos porém associar teoria à prática, dar vida aos nossos pensamentos. Estamos aqui a ler e debater, trocando informações e muitas vezes discordando, mas sobretudo aprendendo (eu que o diga). Penso, meus caros amigos, que é isso o início do que fará a diferença: nosso aprendizado e a nossa união.
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