domingo, junho 13, 2010

Índice da Paz Global (Global Peace Index)

O Índice da Paz Global (Global Peace Index), um ranking com os países mais pacíficos do planeta, foi divulgado na última semana.

Dentre os indicadores, o número de homicídios, a população carcerária e gastos militares, entre outros, foram considerados na medição.

E, de forma indireta, a pesquisa também leva em conta índices de corrupção, taxa de alfabetização e desemprego, entre muitos outros.

O Brasil ocupa a 83a. posição (uma acima dos Estados Unidos), perdido entre os 149 países medidos. Segundo a lista, os 10 países mais pacíficos do mundo são:

1New Zealand Nova Zelândia

2Iceland Islândia

3Japan Japão

4Austria Áustria

5Norway Noruega

6Ireland Irlanda

7Denmark Dinamarca

7Luxembourg Luxemburgo

9Finland Finlândia

10Sweden Suécia

O site também mostra um breve evolução das posições no tempo. Vale a pena conferir.

Thiago Mattos

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sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Os mais bonitos do mundo

Uma pesquisa feita com cerca de 5 mil britânicos chegou à infeliz conclusão de que as pessoas mais bonitas do mundo são dos EUA. De acordo com a enquete "De onde vêm as pessoas mais bonitas do mundo?", os brasileiros vêm logo atrás.

A OnePoll, realizadora da pesquisa, acredita que a imagem dos astros de Hollywood levou os EUA para o topo da lista. Mas, com tanta beleza por lá, por que será então que sempre que penso nos EUA, lembro de hambúrguer, refrigerante, cachorro-quente e obesidade?

Thiago Mattos.

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quarta-feira, junho 10, 2009

As melhores cidades do mundo

Uma pesquisa lançada recentemente pela Economist Intelligence Unit analisou as melhores cidades do mundo para se viver.

Baseada em critérios como infraestrutura, saúde, cultura e educação, entre outros, a pesquisa pontuou 140 cidades ao redor do mundo, numa escala de 0 a 100. No topo do ranking estão:

- Vancouver (98 pontos), no Canadá;
- Viena (97,9), na Áustria;
- Melbourne (97,5), na Austrália;
- Toronto (97,2), também no Canadá.

Das dez melhores cidades do mundo para se viver (há quase nenhuma diferença de pontos entre as Top Ten), seis estão no Canadá ou na Austrália.

No último lugar está a cidade de Harare, no Zimbábue. As piores posições ficam na África e na Ásia por conta dos altos índices de violência, pobreza e instabilidade civil. Vale lembrar que a pesquisa não incluiu cidades em lugares como Afeganistão e Iraque.

De acordo com a pesquisa, as cidades de tamanho médio, em países desenvolvidos e com uma baixa densidade populacional, se beneficiam mais do que as grandes cidades inchadas com muita gente: há uma maior disponibilidade cultural/recreacional e menores índices de violência, além de menos problemas de infraestrutura.

Aqui no Brasil, a velha e estúpida rivalidade entre as capitais Rio e São Paulo mais uma vez caiu por terra. As duas cidades ficaram empatadas em 92o. lugar com 69,1 pontos, perdendo para outras cidades latino-americanas como Santiago del Chile (64a.) e Buenos Aires (61a.).

Apesar de São Paulo apresentar melhores índices no que tange à Saúde, Cultura e Ambiente (como assim, Ambiente?), o Rio ironicamente pontou mais em Educação e Infraestrutura. Vai lá entender esses critérios...

Thiago Mattos.

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terça-feira, setembro 16, 2008

O homem másculo

De acordo com um artigo publicado essa semana na AOL, uma recente pesquisa do International Journal of Sexual Medicine está para acabar com os estereótipos formados há um bom tempo pela cultura machista (inclusive com a ajuda das mulheres, diga-se de passagem): os homens querem mais que sexo.

Aproximadamente 28 mil homens entre 20 e 75 anos foram aleatoriamente entrevistados por telefone nas Américas e na Europa a respeito de suas atitudes com relação a vida e ao sexo. E, segundo os pesquisadores, os resultados da percepção do homem sobre a masculinidade diferem substancialmente dos estereótipos padronizados nos filmes e nos livros.

Entre as prioridades masculinas - revela a pesquisa - ser considerado honrado, auto-confiante e respeitado pelos amigos determinam o senso de masculinidade bem mais do que ser atraente, sexualmente ativo ou bem sucedido com as mulheres.

As conclusões mostram-se consistentes entre todas as nacionalidades e grupos pesquisados - a metodologia da pesquisa usou uma escala de 7 pontos que ia de "nem um pouco importante" a "muito importante".

Por toda a parte, os homens disseram que a qualidade de vida era determinada por fatores como boa saúde, vida familiar harmoniosa e um bom relacionamento com suas companheiras, considerados mais importantes do que ter um bom emprego, uma boa casa, viver a vida de maneira intensa e até mesmo uma vida sexual satisfatória.

Revelando a identidade de um homem mais consciente do seu tempo e de si mesmo e o deslocando de um centro de percepção irremovível na maioria dos casos, a pesquisa sacode os arautos do machismo e nos faz repensar o que significa, afinal, para um homem ser homem. Alguma idéia da resposta?

Questionarão ainda alguns: então quer dizer que posso continuar másculo mesmo que eu ajude com a louça? Mesmo que não dê conta de todas as mulheres? Ou até pior: mesmo que tenha apenas uma? Vou poder até ler livros e conversar sobre outra coisa além de futebol? Uau, que pesquisa! - concluirão aliviados. E serão felizes para sempre.

Thiago Mattos.

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terça-feira, setembro 09, 2008

Brasil: Retrato das Desigualdades

Num país que se enxerga livre de qualquer tipo de preconceitos, racismo ou sexismo, e, ainda por cima, se gaba por ser multirracial, pode soar chocante o estudo do Instituto Econômico de Pesquisa Aplicada (IPEA) publicado essa semana que diz que mulheres e negros ainda têm muita desvantagem comparados aos homens brancos. Chama-se Retrato das desigualdades de gênero e raça.

Entre os tantos dados, chamam a atenção principalmente o fato de que a renda média de uma mulher corresponde a dois terços da renda de um homem e - pasmem - a renda média dos negros corresponde a metade da de um branco.

O estudo do IPEA, apontando uma ínfima melhora ao longo dos anos, reconhece que essa melhora não provocou mudanças efetivas nas condições de vida entre mulheres e negros - maioria da populção brasileira. E lembra: "os negros trabalham mais durante mais tempo ao longo da vida, entrando mais cedo e saindo mais tarde do trabalho".

Como ficam a propaganda que exalta a mulata e o discurso de que somos um país multicolor, justo e igual? Quantos estudos mais serão necessários para que se implementem políticas públicas que reconheçam que a questão no Brasil não se reduz a apenas ser "pobre" ou "despreparado"? Parece às vezes que quanto mais sabemos, menos queremos saber.

Estranho... Estamos todos no mesmo Brasil?

Thiago Mattos.

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