quinta-feira, agosto 20, 2009

Quantos minutos você trabalha para poder comprar um Big Mac?

O índice Big Mac compara o real poder de compra de várias moedas do mundo. Com base nele, a revista The Economist divulgou uma tabela (baseada em dados do banco suíço UBS) mostrando o quanto é preciso trabalhar em diferentes cidades para poder comprar o mesmo sanduíche.

"O tamanho do seu salário pode ser importante, mas o poder que ele tem também é", diz a revista. De acordo com os dados, é possível comprar um Big Mac com apenas 12 minutos de trabalho em cidades como Chicago, Tokyo e Toronto.

Já em lugares como Cidade do México, Jakarta e Naiorobi, é necessário trabalhar mais de duas horas para se obter o mesmo valor. Um pouco acima da média global de 37, um Big Mac custa 40 minutos em São Paulo e 51 minutos no Rio.


Outro artigo da mesma revista, questiona a criação de impostos sobre fast food, que está em pauta nos EUA. Os argumentos para a implantação do novo imposto são os mesmo usados na taxação do álcool, cigarro e jogo: os custos sociais de cada um.

Atualmente, um terço dos estadunidenses são obesos e as despesas médicas com a obesidade ultrapassam os 200 bilhões de dólares por ano. Uma conta ainda mais cara do que a gasta com o tabagismo.

Mas, de acordo com a matéria, uma taxação sobre junk food pouco afetaria o consumo de quem é realmente viciado. Mesmo assim, poder comprar um Big Mac por tão pouco nos EUA é um convite e tanto a quem não tem muito tempo para comer, ou seria para vender?

Thiago Mattos.

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quinta-feira, julho 09, 2009

As 500 maiores companhias do mundo

Cinco empresas brasileiras entraram na lista das 500 maiores companhias do mundo publicada pela revista Fortune.

Beneficiadas pelo alto preço do petróleo no ano passado, as empresas petrolíferas desbancaram as do setor bancário, atingidas mais duramente pela crise financeira global.

Também é de se notar o menor número de companhias norte-americanas e a presença de uma empresa chinesa, pela primeira vez entre as 10 primeiras da lista.


As empresas brasileiras que aparecem na lista são:
- Petrobrás (34º no ranking, com receitas de US$ 118,257 bilhões);
- Bradesco (na 148ª posição);
- Itaúsa (149º, e que agora é uma das controladoras e principal acionista do Itaú-Unibanco);
- Banco do Brasil (174º);
- A mineradora Vale na 205ª posição.


Segue a lista das 20 primeiras posições:

Empresa - País - Setor - Faturamento

  1. Royal Dutch Shell - Holanda - Petróleo & Gás - US$ 458,361 bilhões
  2. Exxon Mobil - Estados Unidos - Petróleo & Gás - US$ 442,851 bilhões
  3. Wal-Mart - Estados Unidos - Comércio - US$ 405,607 bilhões
  4. BP - Reino Unido - Petróleo & Gás - US$ 367,053 bilhões
  5. Chevron - Estados Unidos - Petróleo & Gás - US$ 263,159 bilhões
  6. Total - França - Petróleo & Gás - US$ 234,674 bilhões
  7. ConocoPhillips - Estados Unidos - Petróleo & Gás - US$ 230,764 bilhões
  8. ING - Holanda - Financeiro - US$ 226,577 bilhões
  9. Sinopec - China - Petróleo & Gás - US$ 207,814 bilhões
  10. Toyota - Japão - Automotivo - US$ 204,352 bilhões
  11. Japan Post Holdings - Japão - Transportes - US$ 198,7 bilhões
  12. General Eletric - Estados Unidos - Diversos - US$ 183,207 bilhões
  13. China National Petroleum - China - Petróleo & Gás - US$ 181,123 bilhões
  14. Volkswagen - Alemanha - Automotivo - US$ 166,579 bilhões
  15. State Grid - China - Energia elétrica - US$ 164,136 bilhões
  16. Dexia Group - Bélgica - Financeiro - US$ 161,269 bilhões
  17. ENI - Itália - Petróleo & Gás - US$ 159,348 bilhões
  18. General Motors - Estados Unidos - Automotivo - US$ 148,979 bilhões
  19. Ford - Estados Unidos - Automotivo - US$ 146,277 bilhões
  20. Allianz - Alemanha - Financeiro - US$ 142,395 bilhões
A Fortune é voltada para o mundo dos negócios e publica periodicamente listas como "As companhias mais admiradas", "As melhores companhias para trabalhar", entre outras. É uma boa maneira de sabermos onde boa parte do dinheiro do mundo se concentra.

Thiago Mattos.

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